domingo, 21 de junho de 2015

Nas Diferenças da Fé!


por Cristiano Trevelino, mais Um na Banda!

Vivemos num País laico, onde temos como direito a liberdade de cultos.

Existem muitas religiões, todas boas, todas levam a um único Deus, criador de tudo e de todos, o nome que damos a Ele é que vai diferenciar a forma de cultuá-lo.

Costumo dizer que existem muitos tipos de pessoas, cada uma com suas diferenças e necessidades, nenhuma igual a outra, isso faz com que exista essa pluralidade de pessoas, necessidades, diferenças e de cultos, olha como isso é riquíssimo, pois se fosse tudo igual como aprenderíamos com os nossos semelhantes? Isso é fantástico.

Todas as religiões são boas, faz bem para você? Ótimo, a outra fará bem para um outro irmão, olha que fantástico, cada um se enquadra naquilo que faz mais sentido para sua vida!

Devemos sempre respeitar os nossos irmãos de outros cultos e até mesmo vertentes, entendendo que o que não é bom pra ele é para o irmão, irmão esse que muitas vezes está sempre juntos, seja no trabalho, amigo de longa data, vizinho, não importa.

Não é porque ele tem uma outra religião que você vai ter que se tornar adepto da religião dele, mas por quê não respeitar? 

Quando respeitamos a religião do outro irmão, mesmo que ele venha sempre "armado", dizendo que você tem pacto com o diabo, que o que você faz não é certo, que o que você faz não é religião é seita, dizendo ainda ser tudo bobagem, ilusão, charlatanismo, esse respeito por amor aquilo que temos como nossas verdades, por amor aquilo que cultuamos, por amor a Deus, por amor a nossa religião, vai desbancar a briga, o mal entendido, desde que saibamos conversar com calma e respeito, isso fará com que ele largue as supostas "armas" e quiçá passe a te respeitar e respeitar o que você cultua.

Se temos amor por aquilo que pregamos, por aquilo que cultuamos, pela nossa religião e acima de tudo por Deus, não há porque existir a briga, a discórdia, pois não é isso que aprendemos com Ele, o Pai Maior!

Vamos viver com muito amor e respeito ao próximo e veremos que só temos a ganhar e lembre-se não importa que o outro não respeite, comece com você, seja você o exemplo.

Muita paz a todos.

Que nosso amado Pai Maior nos abençoe sempre e nos cubra com muita paz!

Axé, Amém, Aleluia, Kolofé, Mukuiú, Shalom, Saravá, Namastê!

sábado, 13 de junho de 2015

Respeitar e ser Respeitado


por Paulo Cesar, mais Um na Banda!

Vejo em alguns casos que o Respeito não existe.

Respeitamos as entidades da Umbanda, respeitamos o Sacerdote e respeitamos o nosso irmão de corrente, porem não sou respeitado.

Meu irmão ri de mim se eu erro, meu Sacerdote me xinga se eu faço algo errado.

A intolerância existe muito em Templos de Umbanda com os próprios irmãos e Sacerdote.

O respeito começa quando se da o respeito.

Respeitando as diferenças e pensamentos contrários do seu, hoje a Umbanda e os filhos não aceitam mais serem mal tratados, humilhados. O Sacerdote não tem que ser o tirano como era no passado, que não podia fazer uma pergunta que eles já diziam que era segredo de Congá. Rsrs. 

Hoje não cabe mais isso na Umbanda por que temos a interne ai o filho vai lá e digita no Pai Google e vê tudo sobre Fundamentos, defumação e guias O QUE TEMOS É QUE ESTUDAR SOBRE A UMBANDA, O SACERDOTE TEM COMO OBRIGAÇÃO SABER SOBRE A UMBANDA.

Meu Padrinho me disse uma vez: (filho para ser respeitado, você tem que dar o respeito). Não é só os seus atos no Templo ou Terreiro mas no seu dia a dia como pessoa. Para um filho nos respeitar temos que ensinar, escutar e explicar.

PARA REFLETIRMOS

Certa vez Buda com os seus discípulos em baixo de uma árvore, chega um homem enfurecido e dar um tapa na cara de Buda e Buda fala mais alguma coisa?

Os seus discípulos se enfurece acharam um grande desrespeito e queria lutar com o homem e Buda com sua paciência e sabedoria diz:

 - O que me deixa triste é ver vocês com esses pensamentos, vocês não sabem o que esse homem está passando, não sabem o que falaram de mim pra ele e por isso que eu perguntei... mais alguma coisa?

O homem vai embora e naquela noite não conseguiu dormir e ficou pensando no que Buda tinha dito. No outro dia o homem vai a Buda e cai de joelhos aos seus pés e pede perdão por ter o agredido e diz que ele não podia julga-lo sem ter conhecido os seus valores e pensamentos e que a partir daquele dia ele o RESPEITARIA COMO UM IRMÃO.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Nem tudo ou quase nada é demanda!



por Marcos Barbosa, mais Um na Banda!


A religião de Umbanda têm muitos aspectos próprios desconhecido pela grande maioria dos seus frequentadores e às vezes dos próprios umbandistas.

Com frequência é natural ouvirmos um “não sabia que aqui fazia isso” acerca de determinado assunto. Na Umbanda trabalhos de equilíbrio emocional, no amor, na fé, no conhecimento, são de extrema eficácia e trabalhos de cura (mesmo que alguns “super-mega-entendidos” dizer que é trabalho de kardecistas) também o são, para dar um exemplo.

Entretanto, convencionou no inconsciente coletivo, que na Umbanda só se faz quebra de demanda. E aí que morre um grande perigo que vem, implicitamente, tomando conta das cabeças do menos e mais (des) avisados.

Tudo é demanda, é esse um pensamento que vem tomando conta de uma parte considerável daqueles que precisa deste expediente.

Uma simples vela acessa num lugar que venta, natural e fisicamente, essa vela irá queimar mais rápido, e muitas vezes a vela irá “chorar” pelo mesmo motivo, mas para um desavisado e fanático, aquele chorar é uma demanda, pasmem.

Abre-se aí uma oportunidade para alguns oportunistas criarem um avatar de demandas, e ganhar com isso, pois desmanchar uma demanda deste tamanho vai lhe custar muito dinheiro.

É preciso tirar da cabeça de alguns que acabam de entrar na Umbanda que nem tudo ou quase nada é demanda, e que os problemas que advém da vida, muitas e certamente são, criações da própria pessoa ou da vida, simplesmente.

Desequilíbrios pessoais, familiares, desemprego, falta de dinheiro, separações, doenças, são algumas das inúmeras situações que todos irão passar na vida. Neste caso cabe a cada um criar condições pessoais, psicológicas e se quiserem religiosas dentro de sua fé para resolver este momento.

Não se deve colocar nas mãos da espiritualidade decisões de vida, que cabe exclusivamente a você, como trocar de emprego, separar ou plantar bananeira.
Ademais os adoradores de demanda presta um desserviço aos que querem seguir a religião, pois estão criando fanáticos, que num simples tropicar na guia, acredita piamente que estão sendo demandados por toda a vida e fazem disso a muleta para jamais querer encontrar as verdadeiras soluções de seus problemas, que normalmente estão na frente de seu nariz.

Enfim, se existir uma demanda verdadeira será quebrada, pois poucas religiões como a Umbanda são especialistas nisso, mas diminuir o tamanho da Umbanda a quebradores de demanda é uma heresia.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ofensa




Por Marcelo N. Gomes, mais Um na Banda!

Começo este texto fazendo a seguinte citação de Jesus Cristo no sermão da montanha: Mateus 5: 38, 39 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; me sinto a vontade de sempre usar os ensinamentos de Cristo pois sei que muitos dos que estarão lendo este texto tiveram como base religiosa o cristianismo, assim, quando me deparei com o tema OFENSA logo me veio esta passagem bíblica e ponderei e me questionei da seguinte maneira: 

O que posso dar em troca ao que me ofende? Uma outra ofensa!? 

Sim talvez se ainda não tivesse passado pelo despertar de consciência que ganhei na Umbanda, se eu ainda estivesse preso as amarras da ignorância, assim como está quem ofende, portanto e seguindo um parâmetro da citação creio que dar outra face está muito mais incutido nas entrelinhas do que na ação propriamente dita, retribuir como o NÃO ofendido irá causar muito mais efeito do que retribuir com mais e mais ofensas, pois quem ofende ainda não se encontrou ainda está vazio como ser e está sempre disposto inconscientemente a gritar para ser ouvido a brigar para se relacionar a ofender para ser percebido. 

Mas como evitar então este dissabor? 

Pare e analise a seguinte questão e irei me usar como exemplo; 

Se alguém tentar me ofender dizendo que sou careca, bom, paro e penso, realmente sou careca ele não esta errado, logo não posso me ofender, mas digamos que a ofensa venha maior dizendo que minha mãe é de índole duvidosa, mais uma vez paro e penso e faço uma breve análise da vida de minha mãe e não constato nada que a denigre, assim, não é verdade, quem ofende está errado portanto não posso ser ofendido, e praticando estas análises entendi que tudo é mais uma questão de se conhecer e analisar do que simplesmente reagir ao impulso, se nos conhecemos e sabemos quem somos porque acreditar em quem não nos conhece?

O despertar de consciência deve ser a busca para quem trilha o caminho da religião de Umbanda, pois assim conseguindo muita coisa se torna mais fácil mais leve, quando isso acontece passamos a entender melhor o que é.. ” mesmo que eu viva preso a uma casaca de noz, ainda assim sou livre", quando nos conhecemos não estamos presos a dogmas, restrições, regras insultos ou ofensas, quando sabemos quem somos e o que queremos nada pode nos impedir de ser ou chegar onde queremos.

Antes de reagir por impulso lembre-se de quem você é e tudo ficara mais fácil e mais leve, não carregue o peso e frustrações de outros, já que temos muitas coisas a carregar e a aprender.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Não Somos Gados!


por Igor Santos, mais Um na Banda
Inspirado por Sr. José


Quantas vezes não nos perguntamos: Porque estamos aqui e para quê? O ceticismo vem tomando conta de nossos dias, tomando conta de nossas almas, opa espera ai... Alma? Isto existe? 

A que ponto chegamos, sendo arrebanhados como cordeiros, como gado e aos milhares nos prendendo a orações vazias e a pregações regadas de ordenha de nossos ganhos, paralisados em meio a manifestações espirituais de caráter duvidoso, me dê uma espada, duas, melhor uma metralhadora...

Como seres humanos, almas presas em carne, espirito envolto em osso, somos de fácil vulnerabilidade, somos de grandes imitações as quais nossa carcaça bota a prova tudo o que somos, temos, seremos, o medo cerca como um fluido nossas mentes e como uma defesa natural desta carcaça nos tenta imunizar de qualquer dano.

Mas o dano maior está na alma, alma esta que tende sempre para o lado caridoso, lado luminoso, algumas tendem ao lado sombrio óbvio que este não é o mérito aqui.

O Criador nos fez livres, espontâneos e por incrível que pareça e eu tenho certeza disto incompletos, Igor como assim? Sim incompletos e nos colocou na incubadora terre, para que nela adquirimos forma, individualidade, personalidade, conhecimento e então nos dará o direito para caminhar sob o velho Oriente, e aqueles que passaram do ponto aqui? Ou aqueles que não cresceram, irmãos Reencarne.

E em meio a um escambo aqui e outro ali outrora foi inventado o dinheiro, e as trocas se tornaram desleais e a partir daí surgiu a ganancia o poder adquirido já poderia ser comprado, e desde então até mesmo o céu vem sendo vendido, o Jardim do Éden (Aruanda a meu ver) foi loteado, e nos tornaram gado de ordenha financeira, não falo de uma determinação religiosa especifica, falo de muitas, e em nosso meio, olhei para dentro e aprendei somente depois julgará o que está do lado de fora.

O comercio está vencendo, estamos pagando para fazer caridade, estamos comprando Fé, e sendo surrupiados banalmente por outras denominações religiosas, índios os puros tinham sua cura na mata, pretos-velhos faziam seu remédio com as mãos e ervas, guerreiros forjavam suas armas, magos produziam seus incensos e deles saiam o melhor odor imaginado, hoje está força magnifica está à venda na loja da esquina, será que feita com o mesmo carinho? Será que com a mesma energia, e quem perde força? Deus? Não irmãos nós mesmos mas perdemos muito mais, com nossas mãos perdemos nossa Fé. Santos industrializados e Deuses banalizados.

Salve Caboclos, filhos da terra, Salve Umbandistas...

Difícil transpor estas palavras, que me vieram de forma simples de um espirito de falas leves, Salve o povo da Baia! É da Bahia meu Pai... 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Umbanda Tem Fundamento!


por Denanci Gonçalves, mais Um na Banda!

"Umbanda tem fundamento, é preciso preparar!" A frase de um lindo ponto de Umbanda, não fala somente do preparo material para se realizar uma gira. 

Ela fala mais que isso: fala do preparo dos médiuns e dirigentes. Todos nós temos, a princípio, responsabilidade com a nossa caminhada espiritual. 

Quando colocamos a mão na cabeça de um irmão e nos colocamos na posição de dirigente, ou médium que vai atender pessoas que procuram ajuda no terreiro, a responsabilidade é outra e muito maior.

Ninguém é obrigado a abraçar essa responsabilidade, porém, quando o faz deve ter a consciência do que está assumindo, pois estará se dirigente, guiando pessoas em uma caminhada espiritual, e se médium de terreiro orientando e aconselhando pessoas com problemas variados e complexos, e assim sendo está sujeito a gerar para si dharma ou carma. 

Para atender uma pessoa sob a orientação dos Guias é necessário muita firmeza para passar confiança ao consulente, humildade para não passar deixar o EGO falar no lugar dos Guias e plena consciência de estar fazendo apenas o papel de instrumento da espiritualidade e nada mais que isso. 

Além disso, existe a necessidade de estudos e cursos para facilitar esse trabalho. E não, os Guias não precisam de estudos e cursos. 

Quem precisa é você mesmo! Os Guias já sabem como devem trabalhar, mas se o médium se instruir e aprender sobre ervas, por exemplo, vai facilitar o trabalho, pois quando for trabalhar com seu Preto Velho ou Caboclo, poderá juntar as orientações recebidas ao conhecimento que já tem, e acredite, até SUGERIR uma erva no lugar de outra. 

Não dá pra querer fazer e acontecer apenas usando de boa vontade. A boa vontade é o primeiro passo.

Investido da boa vontade é preciso preparar e se preparar, por que uma coisa é certa: não é respeitoso fazer da caminhada alheia caderno de lição e experiências, para ver se vai dar certo.

domingo, 24 de maio de 2015

Ordem Divina X Fé


por Jack Flwr, mais Um na Banda!

Muitos encarnados, independente de seguirem uma religião ou não, falam muito de sua fé, que ela é inabalável, que ela é sua base e é seu combustível na luta do dia a dia, no entanto, a maioria destas pessoas não enxergam que sua fé é sim abalável, que nem sempre é sua base e nem sempre é seu combustível. A Divina Ordem Natural está sempre em curso, de forma ininterrupta e está sempre correta. Dizer que se tem fé em Deus e ao mesmo tempo não aceitar o que ocorre contigo pelo fato de doer ou ser, naquele momento, incompreensível, é paradoxal. Se a fé é verdadeira, por mais que um processo nos faça sentir dor, devemos manter acesa a chama da fé e mantermo-nos de prontidão para a luta. Do contrário, não é fé plena. Talvez não tenhamos ainda preparação para compreender a Divina Ordem, porém, temos total preparação para compreendermos, através de nossa fé, que TUDO o que acontece neste planeta-escola, está correto e é necessário. Quando um ser atinge a compreensão da Divina Ordem, ele se ilumina.

Podemos citar Osho, Ravi Shankar, Gandhi, Dalai Lama, Apolônio, Hórus, Esculápio, Lobsang Rampa, Zélio de Morais, Prem Baba, Satyaprem e etc. Estes homens, ao compreenderem a Divina Ordem, atingiram o Grau Verdade, onde até mesmo o que nós julgamos como sendo atrocidade, eles conseguiam ver ali a Divina Ordem sendo aplicada e não se deixavam levar pela dor na carne, pois, haviam entendido que, sim, a dor existe, mas que através dela, surge uma transmutação, um renascimento. TUDO o que existe, está sob amparo Divino e possui equilíbrio. Por vezes, vemos apenas o lado negativo de acontecimentos que ferem nosso Eu-ExtremISTA, ou seja, nosso lado EGO(eu em grego) + ISTA (Egoísta), que é um vício moral do encarnado (sem generalizações).

A Lei Divina aplicada não faz o mal, nem o bem. Ela é neutra em Sua ação. A Lei apenas faz o correto. Faz-se necessário também mencionarmos que a lei da colheita é imutável e pela Divina Ordem Natural, ela é aplicável a todos, sem distinção. Quando a compreendemos, nos iluminamos. E é a Fé Completa e Verdadeira que nos faz seguir em frente. A ciência desta Ordem traz ascensão mental e espiritual. Esta compreensão é que transforma a Fé num ato verdadeiramente Inabalável. É esta mesma compreensão que serve de base, de alicerce para a luta do dia a dia na carne. É esta compreensão que funciona como combustível para que nos mantenhamos firmes e sempre em movimento pela estrada reta que a Ordem nos faz seguir.

Devemos ter a completa compreensão e sabermos agir quando caímos pelo caminho. Do ponto de vista apenas da vida na matéria, pode parecer longo e doloroso todo o processo encarnado, porém, do ponto de vista cósmico, verdadeiro e imortal como é nosso espírito, uma encarnação é como apenas um ano letivo, onde passamos por provas e com afinco, somos aprovados em todas as matérias, mas também corremos o risco de ficarmos em recuperação (termos novas oportunidades) ou de não aprovação (desequilíbrio sob algo conquistado que nos faz regredir para recomeçarmos o mesmo processo). 

Estejamos então focados, dentro da senda espiritual, a conquistarmos o desabrochar da fé verdadeira. Que aprendamos que devemos auxiliar e respeitar o próximo em suas escolhas e que só devemos adentrar no espaço alheio se tivermos autorização para isso. Que possamos aprender, através do Amor Divino, todas as lições para a transmutação mental e espiritual, fazendo-a refletir-se em nossa matéria. Que possamos muito mais SER do que DIZER que somos.

Já diz o poeta: “O homem que diz SOU, não É!”.

Que no silêncio possamos encontrar a semente desta bela flor chamada Fé e que ela desabroche verdadeiramente em nosso íntimo, branca, limpa, bela e repleta de força em seu caule, para que sustente toda a beleza do Ser Puro e Sábio que, no íntimo, todos somos. A Fé Verdadeira somente existe quando temos capacidade de compreendermos não só o Amor, mas também a dor e, consequentemente, estaremos na mesma frequência do universo, o que nos transcende e eleva e, ainda assim, devemos nos manter em pé, com força para seguirmos na caminhada e com humildade, alegria e simplicidade (não nos perdermos pelo ego) para sempre clamarmos por auxílio divino.